Chegou obra nova? O Mobiliza transforma a corrida por gente e máquina liberadas em uma jornada fixa, rastreável e gerenciável — em um único sistema, no lugar de planilhas, mensagens e da memória de uma pessoa só.
| Obra | Contratante | Pessoas | Equipamentos | Situação |
|---|---|---|---|---|
| Manutenção Correia TC-04 | Vale · Carajás | 18 / 22 | 4 / 5 | Em mobilização |
| Pátio de Estocagem — Fase 2 | Vale · S11D | 6 / 14 | 2 / 4 | Pendências |
| Adequação Subestação | Ligga | 11 / 11 | — | Mobilizada |
| Posição | Função | Obra | Candidato | Link | Situação |
|---|---|---|---|---|---|
| MOT-0412 | Motorista de comboio | TC-04 | Carlos M. Souza | Link 2 enviado | Triagem |
| MOT-0413 | Motorista de comboio | TC-04 | — | Link 1 aberto | Captação |
| ELE-0118 | Eletricista | TC-04 | João V. Lima | Link 2 enviado | Coleta |
| SOL-0077 | Soldador | Pátio F2 | Marcos T. Alves | Link 2 enviado | Coleta · 7d |
| OPE-0332 | Operador de escavadeira | Pátio F2 | — | Link 1 pendente | Vaga aberta |
| Colaborador | Exame | Clínica | Agendado | ASO |
|---|---|---|---|---|
| Carlos M. Souza | Admissional + toxicológico | Clínica Vida Ocupacional | 02/09 · 08h | Aguardando |
| João V. Lima | Admissional + NR-10 | Clínica Vida Ocupacional | 29/08 · 14h | Resultado enviado |
| Rafael N. Costa | Admissional + audiometria | MedTrab Carajás | 27/08 · 09h | Apto · anexado |
| Luana S. Ferreira | Admissional | MedTrab Carajás | 26/08 · 10h | Inapto · reavaliar |
| Treinamento | Origem | Validade | Certificado | Situação |
|---|---|---|---|---|
| NR-11 · Operação de equipamentos | Função | 05/2027 | nr11_rafael_v1.pdf | Válido |
| RAC-05 · Equipamentos móveis | Contratante · Vale | — | — | Obrigatório pendente |
| NR-35 · Trabalho em altura | Função | — | — | Não aplicável · justificado |
| Integração de segurança | Obra · TC-04 | 08/2027 | integ_tc04.pdf | Válido |
A frente SSMA não conclui enquanto houver treinamento obrigatório pendente.
| Equipamento | Documentação | Inspeção | Aprov. interna | Aprov. contratante |
|---|---|---|---|---|
| Munck · QRT-4A12 | Completa | Agendada | — | — |
| Basculante · PKL-2B77 | Completa | Laudo anexado | Aprovada | Liberado |
| Pipa · OVK-9C03 | 2 pendentes | — | — | — |
Representação da interface com dados fictícios, para demonstração.
Cada pessoa precisa de exame, treinamento, documento pessoal, documento trabalhista e aprovação. Cada equipamento precisa de documentação, inspeção e liberação. As exigências mudam por função, por obra e por cliente contratante.
E tudo isso corre ao mesmo tempo, em áreas diferentes, com prazo contando.
Está faltando o quê? Quem está com isso agora?
A equipe gasta tempo procurando o problema antes de começar a resolvê-lo.
Minha parte podia estar andando, mas eu ainda não recebi o processo.
Trabalho que poderia ocorrer ao mesmo tempo vira fila sequencial informal.
Eu recebo o papel, escaneio, salvo, renomeio, movo e aviso.
A equipe técnica gasta energia preparando o arquivo antes de analisar o conteúdo.
Qual desses arquivos é o último?
Uma versão antiga pode entrar no pacote ou embasar uma decisão.
Só aquela pessoa sabe onde está e o que falta.
O processo perde velocidade quando o conhecimento não está disponível.
Me manda um resumo de como está a mobilização.
A decisão usa uma fotografia montada à mão, que fica desatualizada logo depois.
Sua equipe sabe mobilizar. O que não existe é um lugar onde esse conhecimento vire regra: uma jornada igual para todos, com responsável definido, prazo visível e histórico preservado.
Enquanto o processo mora na cabeça de alguém e numa planilha, ele funciona no contrato pequeno e falha no grande. Quando são três obras ao mesmo tempo, quem sabe fazer vira gargalo — e o conhecimento sai da empresa junto com a pessoa.
Processo documentado é patrimônio da empresa. Planilha é lembrete pessoal.
Uma jornada fixa para uma operação que era improviso. Toda pessoa e todo equipamento percorrem as mesmas etapas, na mesma ordem, com as mesmas regras — independentemente de quem está conduzindo.
Um kanban mostra onde está cada pessoa e cada equipamento, em que etapa, com qual progresso e há quanto tempo. A pergunta "como está a mobilização?" deixa de precisar de resposta.
Cada documento, decisão e aprovação fica registrado com autor, data e versão. Quando o contratante questiona, a resposta está no sistema — não na memória de quem estava lá.
Toda pendência tem responsável e idade. O gargalo aparece na tela antes de aparecer no atraso da obra.
Uma jornada, um lugar. Planilha, pasta de rede, e-mail e grupo de mensagem deixam de ser partes do processo.
Acompanhe o que acontece dentro do sistema em cada etapa. A esteira avança sozinha — ou clique em uma etapa para ver o que ela registra.
Cliente, contrato, prazos, responsáveis e documentos críticos. A obra é o registro que organiza tudo o que vem depois.
A engenharia define quais funções, quantas pessoas e quais equipamentos a obra exige.
Nada avança sem autorização registrada. Só a aprovação gera as demandas.
Cinco motoristas viram cinco posições individuais, cada uma com código próprio. Cada equipamento vira uma demanda rastreável.
O candidato preenche o cadastro pelo celular e entra vinculado à vaga certa. O RH avalia e registra a situação no sistema do contratante.
O sistema pede exatamente o que aquela função, naquela obra, para aquele contratante exige.
Saúde, Documentação, SSMA e RH Digital analisam ao mesmo tempo, cada uma com sua fila.
Documentação obrigatória, agendamento de inspeção, laudo e aprovações interna e externa.
O pacote é validado e consolidado. Incompleto não avança.
O retorno do contratante atualiza o status. A pessoa e o equipamento entram na frente de serviço.
Mobilização não é tarefa de uma área. É de cinco — e cada uma precisa de uma fila própria sem perder a visão do todo.
O RH trabalha dentro da mobilização, não ao lado dela. Cada vaga vira uma posição com código único, e um clique gera o link individual que o candidato preenche pelo celular — sem conta, sem senha, sem ir até a empresa.
Toda mobilização planejada passa pela diretoria antes de virar demanda. A fila mostra o que espera decisão; o histórico guarda o que foi aprovado, por obra e por data.
As clínicas parceiras ficam cadastradas no sistema. O encaminhamento sai direto para a clínica, o resultado volta e o ASO fica anexado ao registro da pessoa, com apto ou inapto visível na esteira.
A grade de treinamentos vem da função. NRs, RACs e integrações aparecem com certificado anexado, e a frente não fecha enquanto houver obrigatório pendente. Marcar "não aplicável" exige justificativa.
O analista para de procurar arquivo e passa a decidir. O documento abre com pré-visualização ao lado da fila; aprovar, recusar ou solicitar substituição é um clique, e o próximo abre sozinho.
Obras ativas, pessoas e equipamentos em mobilização, pendências e bloqueios em uma tela. Sem pedir resumo para ninguém.
Um caminhão sem documentação ou sem inspeção para a frente de serviço do mesmo jeito que uma pessoa sem ASO. No Mobiliza, o equipamento percorre a própria esteira, com o mesmo nível de rastreabilidade.
A mesma jornada, a mesma trava, a mesma visibilidade. Pessoas e equipamentos no mesmo painel.
Toda mobilização exige a foto do trabalhador para vincular ao cadastro e ao controle de acesso. E ela sempre chegava escura, tremida ou mal enquadrada. O RH recebia, via que não servia, ligava pedindo outra — e a mobilização parava por causa de uma imagem.
Na esteira de validação, o Mobiliza trata a foto automaticamente: iluminação, nitidez e enquadramento. O que chegava inutilizável volta pronto para uso.
O que o sistema pede a cada pessoa depende da função, da obra e do cliente contratante. Um motorista de comboio não recebe a mesma lista de um eletricista. E o mesmo eletricista, em duas obras diferentes, pode receber listas diferentes.
Isso é estrutura do sistema — não adaptação manual a cada nova vaga.
Os requisitos aparecem sozinhos no link do candidato e nas filas de cada área. Ninguém monta lista à mão.
A regra deixa de morar na memória de quem confere. Em cada ponto da jornada existe uma condição objetiva.
Sem aprovação da diretoria, não gera vagas nem demandas.
Candidato reprovado ou pendente não libera a coleta documental.
Bloqueio ou duplicidade impede o avanço para as frentes.
Requisito não resolvido ou ASO inapto impede a conclusão.
Documento ausente, recusado, vencido ou em substituição mantém a pendência.
Treinamento obrigatório pendente impede a conclusão; "não aplicável" exige justificativa.
Rotina obrigatória pendente impede a prontidão.
Sem documentação completa ou sem laudo de inspeção, não avança.
Pacote incompleto não pode ser gerado nem enviado.
Envio não equivale a aprovação; o recurso continua aguardando o contratante.
A trava é do sistema, não da memória de alguém.
Quase todo software desse universo foi construído para o cliente contratante fiscalizar seus terceiros. O Mobiliza está do outro lado do balcão.
São do seu cliente. Mostram o que falta e bloqueiam quem está irregular.
É seu. Organiza a operação que produz a documentação que o contratante exige.
Apagava-se o nome na planilha e escrevia-se outro, perdendo a sequência do que já havia acontecido.
A posição continua representando a necessidade da obra. A pessoa anterior mantém o histórico, a vaga é reaberta e a nova começa a própria jornada — sem herdar exame, treinamento ou aprovação.
O retorno chegava por e-mail. Alguém identificava o motivo, localizava o arquivo, cobrava a área e remontava o pacote.
O retorno é registrado no recurso. A pendência volta ao item e à frente responsável, o documento corrigido gera nova versão e o reenvio fica no histórico.
Urgência virava sequência de ligações, e a equipe podia pular conferências para ganhar tempo.
Prioridade, pendências e tempo na etapa concentram a ação, e as frentes correm em paralelo. Urgência muda a ordem do trabalho — não a regra de liberação.
Para de perguntar "como está a mobilização?" e passa a ver qual obra, pessoa, equipamento ou aprovação está parada.
Enxerga antes do início da atividade qual função ou máquina ainda não está liberada.
Deixa de controlar vaga em linha agregada e de receber, escanear, renomear e distribuir documento.
Trabalha numa fila de exames e ASOs vinculados à pessoa, com clínica e situação visíveis.
Analisa o arquivo ao lado da fila e registra a decisão sem procurar pasta.
Recebe a grade da função e não conclui a frente enquanto houver obrigatório pendente.
Vê suas rotinas finais dentro da mesma mobilização.
Transforma planejamento aprovado em posições reais e acompanha o prazo.
Documentação, inspeção e aprovações na mesma esteira das pessoas.
Envia tudo pelo celular, sem criar conta e sem ir à empresa para entregar cópia.
A medição começa junto com a implantação: primeiro a linha de base da operação atual, depois a comparação dos mesmos indicadores.
Da vaga aberta à liberação final.
Triagem, saúde, documentação, SSMA e inspeção.
Quantidade e idade, por responsável.
Documentos devolvidos e reprocessados.
Substituídas pelo envio remoto.
Submissões que retornam por inconsistência.
Uma conversa para entender como sua mobilização funciona hoje, onde ela trava e o que a esteira mudaria na sua operação.
Não consideramos a implantação entregue no dia do acesso, e sim quando a primeira pessoa e o primeiro equipamento da sua operação forem liberados pela esteira.
Atendemos empresas que mobilizam equipes e equipamentos para contratos de mineração, indústria e infraestrutura.
Se a sua pergunta não estiver aqui, ela cabe no diagnóstico.
Planilha e pasta armazenam informação, mas não conectam vaga, pessoa, equipamento, documento, responsável, pendência, aprovação e histórico. O Mobiliza não entra para substituir uma tabela por outra — entra para que o processo pare de depender de atualizar vários lugares.
O conhecimento continua necessário. O sistema transforma esse conhecimento em regra compartilhada: matriz, trava, responsável, status e histórico. A equipe deixa de ser a memória exclusiva do processo e passa a ser quem analisa e decide.
É a preocupação mais comum. Por isso a implantação treina cada área separadamente e acompanha a primeira mobilização inteira ao lado da equipe. O sistema não inventa um processo novo — segue as mesmas etapas que a operação já faz hoje.
Os links são públicos, feitos para celular, sem criar conta, com envio orientado de um documento por vez. E a equipe pode apoiar quando necessário.
Sim. A análise técnica continua com a sua equipe. O que deixa de existir é o trabalho ao redor dela: receber papel, escanear, descobrir o tipo, renomear, mover, avisar, procurar a versão e remontar a história.
A matriz foi desenhada por função, obra e cliente contratante. Duas pessoas com o mesmo cargo, em obras diferentes, não recebem a mesma lista.
A implantação começa medindo o processo atual e depois compara os mesmos indicadores. Até essa medição existir, nenhum percentual deve ser divulgado.
Há perfis de acesso e trilha de auditoria. LGPD, retenção e responsabilidades são formalizadas na implantação e no contrato — software sozinho não resolve governança de dados, e não vamos dizer que resolve.
Um valor único de implantação mais uma mensalidade recorrente, que inclui suporte com SLA, atualizações e melhorias contínuas. O valor varia conforme o porte da operação — o diagnóstico define a proposta.